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06/06/2017

5 filmes clássicos divertidos disponíveis na Netflix

Sabe aquele tipo de filme divertido, leve e emocionante na medida certa? Aquele filme perfeito para assistir em um final de tarde, em um domingo chuvoso ou quando você apenas quer relaxar e rir. É esse tipo de filme que eu mais tenho assistido! Surpreendentemente, percebi que tenho preferido os filmes clássicos divertidos, por isso decidi trazer cinco sugestões que estão disponíveis da Netflix. 

Nessa minha época de busca por filmes e seriados leves e divertidos, descobri muito filme que ainda não vi e necessito, assim como revi muito filme estilo sessão da tarde e foi a coisa mais gostosa! Pipoca, cobertores e aquele filme antigo e divertido. Vai dizer que não gosta?!

“5 filmes da Netflix” é também o tema da quarta blogagem coletiva do grupo Blogueiras – inspiração e interação, grupo – para blogueiras – muito amor criado pela Clara, do Blog DeClara.

5 filmes clássicos divertidos da Netflix

 

Melhor é impossível (As good as it gets)

filmes clássicos divertidos

Melvin Udall, vivido por Jack Nicholson, é um escritor que trabalha em casa e sofre de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Ele tem como hábito comer todos os dias na mesma mesa do mesmo restaurante utilizando talheres de plástico,  vive basicamente sozinho e se incomoda com seu vizinho artista e seu cachorro. Ao longo da trama ele se interessa por Carol Connelly (Helen Hunt), que é a única funcionária do restaurante que suporta o seu comportamento e suas manias e entra em uma aventura pra lá de divertida com o vizinho, o cachorrinho e Carol. “Melhor é impossível” te faz rir, se emocionar e sorrir quando tudo se ajeita!

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Liz Chollet

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14/03/2017

Resenha de Moonlight, o filme vencedor do Oscar

“Eu não sabia que o filme era sobre isso!”, disse uma senhora sentada atrás de mim no cinema. Moonlight – sob a luz do luar, o qual estreou no dia 24 de fevereiro aqui no Brasil, me surpreendeu muito mais do que eu imaginei e pelo visto surpreendeu muita gente. Fui assistir ao filme sabendo que o mesmo foi vencedor do Oscar e que era um filme tocante. Só. Saí da sala do cinema com lições de vida, vontade de abraçar os personagens e bater um papo com o diretor de fotografia. Leia agora a minha resenha de Moonlight, o filme que já foi pra minha listinha de “rever”.

resenha de moonlight

Resenha de Moonlight – Sob a Luz do Luar

Ei, não há spoilers aqui!

Moonlight, filme escrito e dirigido por Berry Jenkis de apenas trinta e sete anos, foi baseado em uma peça de teatro que não chegou a ser lançada e retrata a vida de Chiron, também conhecido com Litte ou Black. Chiron é um menino negro, nascido na periferia de Miami e sem nenhuma estrutura familiar. Moonlight é dividido em três partes, literalmente capítulos, os quais vão avançando juntamente com a vida de Chiron. Apesar de ter cenas pesadas (no sentido de fortes, tristes e tocantes), a fotografia do filme é muito colorida, cheia de vida. A luz que se passa pela imagem reflete a clareza com qual devemos enxergar os significados do filme.

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Liz Chollet

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22/09/2016

Setembro amarelo: 3 filmes para entender a depressão

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Oi! Vamos bater um papo bem sério? Setembro é o Mês Amarelo, mês de prevenção ao suicídio. Achei a campanha incrível, já que se não falarmos sobre, não teremos como combater, certo? Agora, me responde uma coisa: você conhece alguém que sofre de depressão?
A depressão é um distúrbio de humor que atualmente afeta 350 milhões de pessoas de todas as idades ao redor do mundo, mas apesar dessa grandiosidade toda, ainda é tratada como um tabu na sociedade. As pessoas costumam associar a depressão a uma simples tristeza, mas não é bem assim! A depressão vai além de você se sentir triste por um dia. Essa tristeza te acompanha pela vida e bagunça sua mente, seu quarto, seus estudos e seus relacionamentos.Ela te bloqueia de realizar coisas antes tão simples de serem feitas e – muitas vezes – te apresenta uma amiga dela: a ansiedade.
Infelizmente falta muito acesso à informação sobre, então muita gente acaba dizendo que “é frescura” e que “ah, isso passa”…por isso a importância da campanha desse mês: repassar maiores informações sobre a depressão (e outros disturbios também!) e quebrar esse tabu! Pensando nisso, resolvi trazer para vocês um top 3 de filmes que retratam bem a depressão!  

 

Se Enlouquecer, Não se Apaixone (2010)

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Um dos filmes que eu acredito melhor representar e explicar o tema. De um modo leve e descomplicado, traz á tona a história de Craig, um jovem apaixonado pela namorada de seu melhor amigo, com muitas decisões a tomar sobre seu futuro e um grande potencial suicida. Percebendo esse potencial, ele resolve buscar ajuda e é internado em uma clínica, na qual conhece pessoas que o ajudam a ver a vida de outro modo. Uma das melhores coisas sobre o filme, no meu ponto de vista, é o fato de mostrar que a depressão atinge a todos! Craig é um moço que tem uma família a qual faz de tudo para vê-lo feliz e ajudá-lo, mas a depressão não tem barreiras, ela pode atingir qualquer um de nós. Super recomendo! 
 

 

As Horas (2002)

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O filme é considerado por muitos como o que melhor retrata a depressão e é uma adaptação cinematográfica já indicada ao Oscar! Focando em três mulheres depressivas de diferentes eras, personalidades e vidas (uma escritora, uma dona de casa e uma moderna novaiorquina), as três são interligadas por meio do livro “Mrs. Dollaway. Enquanto a primeira delas escreve, a segunda lê os capítulos e a terceira parece ser a personificação do personagem do livro. Bacana, né? 
 

 

Geração Prozac (2001)

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O filme trata a história de Lizzy, uma garota que vivenciou e sofreu vários problemas na família, os quais ela carrega desde a infância e são um grande fardo para ela. Por causa da depressão (iniciada na infância), ela teve uma vida isolada, mas espera mudar isso quando é aceita em Harvard para estudar jornalismo.
“Geração Prozac” é um filme que nos mostra não só como a pessoa depressiva se sente, mas também como afeta os outros que estão ao seu redor. Além disso, o filme retrata como é longa a jornada contra a depressão, nos mostrando que não funciona da noite pro dia e que precisamos ter paciência.

Como eu falei nesse post do filme Pets, pretendo trazer bastante coisa sobre cinema aqui pro blog! Curto muito e adoro falar sobre, espero que estejam gostando e que esse post sobre o setembro amarelo abra a mente de vocês também <3

Um beijo!

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Liz Chollet

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13/08/2016

“Conta comigo” (1986) | Resenha do filme

filme conta comigo
No início das férias de julho eu fiz uma lista com cinquenta e seis filmes que eu sempre quis assistir, porém, deixava de lado. “Conta Comigo” foi o primeiro que eu vi e simplesmente adorei. Resolvi, então, apresentar ele para vocês, yay!
 
 
Conta Comigo” (Stand By Me), filme de 1986 dirigido por Rob Reiner, o qual foca na amizade entre quatro garotos, aquela típica amizade de infância: os quatro eram inseparáveis, estavam sempre juntos e atrás de aventuras, porém, a aventura que viveram no filme foi, com certeza, a maior que eles viveram.
 
Baseado no conto “O outono da inocência – O corpo (The Body)” do autor Stephen King, a trama envolve diretamente as recordações do escritor, sendo a sua obra mais pessoal, pois remete a sua fase mais complicada de vida, na qual seu irmão sofreu um acidente de carro, o fato de o personagem principal ser um escritor quando mais velho, existem várias metalinguagens pessoais como estas. No filme, os quatro amigos ficam sabendo aonde está o cadáver de um jovem desaparecido e decidem ir atrás, buscando serem vistos como os herois da cidade.
 
Porém, não é tão simples assim. Ao longo do caminho, são desafiados, passam por várias aventuras, mas além disso, várias discussões entram em jogo, tornando-se aprendizado para os meninos. Assistindo, podemos perceber que eles discutem sobre o futuro, sobre o fato de os pais de um dos meninos não valorizarem o talento dele e, ao mesmo tempo, discutem sobre coisas de criança, como, por exemplo, quem ganharia na luta Superman vs Supermouse, mostrando, assim, que apesar de estarem em uma época de aprendizado e reflexão, são apenas crianças.
 
A forma como cada personagem é apresentado é maravilhosa. É mostrado que cada personagem tem seu problema, seja consigo mesmo, em casa ou na escola, além de ser mostrada a excelente química do elenco, a qual entende bem o peso dos seus papeis. De cara somos puxados pra dentro da trama e nos sentimos parte da equipe.
 
“Conta Comigo” resgata sentimentos da infância: aquela coragem das crianças, a busca por aventura e o confronto com o amadurecimento. Assim, o filme nos deixa com saudade de ser criança e traz lembranças da nossa infância – não tem erro.
A interação entre os personagens é incrível, a trilha sonora é muito boa e a vontade de ser um deles é bem grande. A viagem, que era apenas em busca do cadáver, acaba virando uma viagem ao autoconhecimento de cada um e da amizade de todos eles
filme conta comigo

Trailer de “Conta Comigo”

Aonde assistir: Netflix | Onlinne
 
 
Espero que tenham gostado da resenha! Pretendo fazer mais <3 Um beijo!

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Liz Chollet

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