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15/12/2016

3 marcas veganas, estilosas e brasileiras

sapatos veganos veganismo

CONHEÇA 3 MARCAS VEGANAS E MUDE SEU ESTILO

Você sabia que até a etapa concreta do veganismo existem várias etapas do vegetarianismo? Funciona assim: ovolactovegetariano é quem consome ovos, leites e derivados de animais mas não come carne; lactovegetariano é quem consome derivados do leite, de animais mas não consome carne; vegetariano estrito é quem não consome carne, leite e nem ovos, mas ainda consome ou pode consumir produtos de origem animal de outras maneiras, e por fim, vegano é quem não consome carne, ovos, leite e nenhum produto com derivados de origem animal. Mas, isso não significa que só quem é realmente vegano pode ou deve usar produtos veganos!

Há que não saiba, mas a maioria dos produtos que usamos diariamente possuem derivados de animais e são testados neles. Portanto, o que o veganismo busca é que as marcas cada vez mais produzam roupas, sapatos, cosméticos, produtos de limpeza, tudo com a menor quantia possível – porque sabemos que não vai ser da noite para o dia que as marcas irão parar totalmente – ou com nada de origem animal. Para trazer mais esse assunto à tona, resolvi hoje apresentar a vocês 3 marcas veganas e brasileiras! Nelas você pode comprar sabendo que são totalmente cruelty-free (livre de crueldade).

Insecta Shoes

A Insecta Shoes é uma das minhas lojas favoritas tanto por possuir uma sede em Porto Alegre, quanto por praticar o reaproveitamento. A marca reutiliza tecidos usados e garrafas de plástico recicladas para a produção dos sapatos e de seus acessórios. Além disso, a Insecta afirma ser Unissex, o que é super legal! Cada sapato possui uma estampa linda, é impossível não se apaixonar! No site, você pode conferir do que os sapatos são feitos, passo-a-passo. Eles possuem lojas físicas em SP, RJ, RS e MG.

sapatos marcas veganas

Phiona Store

A Phiona Store é uma marca gaúcha que possui o conceito slow fashion e incentiva o consumo consciente. Com mais de oito anos produzindo bolsas artesanais, a Phiona cresceu e agora é um projeto que, segundo a própria marca “reúne em um só lugar os melhores produtos autorais feitos aqui em nosso estado”. Portanto, ao entrar na loja onlinne, além de você se deparar com as bolsas incríveis da Phiona, terão vários outros produtos artesanais e autorais produzidos aqui no RS!

bolsas marcas veganas

Maria Tangerina

A loja Maria Tangerina foi criada pela união de ideais de Priscila e Thiago. Segundo eles “Thiago traz as referências da rua, skate e street style. Priscila, agrega um background em design, projeto e moda”. Além de buscar o veganismo, dão grande importância a produção local, buscam parceiros que possuem as mesmas preocupações que eles: respeitar o meio, a sociedade e ser livre de crueldade. A Maria Tangerina também se identifica com o movimento slow fashion, que quer dizer que buscam dar valor a cada peça produzida. A marca conta com alças de câmeras, bolsas, mochilas, malas, lancheiras, necessaires, carteiras, pochetes e pins. Tudo incrivelmente lindo e pode ser conferido e comprado no site. Na imagem, duas alças para câmera que eu me APAIXONEI!

acessórios marcas veganas

Nesse post, escolhi focar em apenas três marcas veganas para poder falar um pouquinho mais sobre cada uma, mas, existem várias lojas veganas espalhadas pelo Brasil.  Espero que tenha sido bacana conhecer mais sobre e se aproximar de lojas do tipo. Pretendo fazer mais posts sobre, o que acham?

Links úteis: Saiba mais sobre roupas veganas

Não deixe de ler: O vegetarianismo e a minha decisão

44 Comentários

Liz Chollet

Postado por

11/12/2016

Conheça o projeto fotográfico “a day in the life”

Você já ouviu falar sobre o projeto fotográfico “A day in the life” Em uma tradução livre, “A day in the life” significa “Um dia na vida” e como o nome sugere, você deve capturar o seu dia a dia ou o de outra pessoa! Mas, você pode se perguntar, para que fazer isso?

projeto fotográfico "a day in the life"

O que é o projeto fotográfico “A day in the life”

O projeto fotográfico “A day in the life” tem objetivos que vão muito além de fotografar e exercitar a sua prática com a câmera e o seu olhar fotográfico! Ele busca te incentivar a preservar memórias da sua vida e, se você escolher fotografar amigos, e família, a guardar essas memórias para todos vocês terem a chance de futuramente, olharem essas fotografias e rememorarem esses momentos.

Para quem trabalha com ou costuma praticar a fotografia, passar um dia todo fotografando um mesmo objeto te ensina e te ajuda a trabalhar com a luz. Como? É simples! Se você decidiu fotografar o seu irmão, por exemplo, você irá o acompanhar durante o dia inteiro, certo? E, naturalmente, a luz irá variar desde o início do dia até o final – incluindo as luzes artificiais que nos cercam. Assim, você aprenderá ainda mais a explorar diferentes luzes, como manipulá-las e principalmente, você estará praticando muito.

Esse projeto fotográfico também te estimula a buscar perspectivas e ângulos que talvez você não buscaria normalmente, já que muitas das fotos você acaba fazendo dentro da sua própria casa – ou não, mas como é “um dia na vida”, grande parte das fotos serão. Portanto, você terá que buscar ângulos que antes não percebia dentro da sua própria casa,  por exemplo.

Além de todas as experiências técnicas que você adquire e pode a cada vez mais adquirir, o projeto te dá a chance de perceber o quão bonito e bacana é documentar coisas singelas, como o acordar do seu irmão mais novo ou o movimento de mãos da sua avó. Movimentos simples e delicados que as vezes passam tão despercebidos pelos nossos olhos, mas que tem grande valor, principalmente por serem relacionados a pessoas tão queridas por nós.

“A melhor câmera é aquela que está sempre com você” é uma das frases que eu mais leio e mais concordo (aliás, já a citei em  posts!). Como para qualquer tipo de fotografia que você vá fazer, você não precisa ter a melhor câmera do momento para fazer o projeto, ok? Eu digo e repito: é claro que um equipamento bacana acrescenta, mas somos nós quem fazemos as nossas fotos. Basta muito amor, atenção e dedicação.

projeto fotografico "a day in the life"

fotografia de Jessica Thomason

Geralmente quem faz o projeto fotográfico “A day in the life” organiza as fotografias em um layout (montagem), como esse da Jessica Thomason. Obviamente, não é uma regra, mas penso que fica bem mais bacana para analisar as mudanças do dia – tanto  luz e ângulos, quanto os momentos da pessoa fotografada. Eu passei um dia inteirinho fotografando o meu irmão, Arthur, ele tem sete anos e ama ser fotografado por mim! Ainda não tratei todas as imagens e então não fiz a montagem, mas fica aqui uma prévia:

a day in the life projeto

liz chollet

A kelly, do blog September Blue, fotografou o dia inteirinho dela e ficou incrível! Deixo aqui o link para vocês visitarem: day in the life – kelly

Espero que vocês tenham gostado do post, do projeto e que um dia façam, certo? Um ótimo início de semana!

Não deixe de ler: projetos fotográficos para você iniciar já

34 Comentários

Liz Chollet

Postado por

08/12/2016

Eu só tenho a certeza de que não sei quem sou – e tá tudo bem

a certeza de nao saber quem sou

Aos meus cinco anos, escutei de meus pais: ‘o que você quer ser quando crescer?’. Veterinária, eu disse, quero cuidar dos animais! E então eu desenhei a planta do meu consultório com todo o cuidado e amor possível. Três andares: um para mim, um para minha prima e um para a clínica, é claro. Ah, eu só iria fazer a parte legal, certo? Sem cirurgias pro meu lado, disso eu tinha certeza.

Aos dez, me descobri uma possível pintora. Era um segredo, mas eu queria vender quadros lindos como os de Van Gogh e também passar a mesma aura que Da Vinci conseguiu com sua pintura. Eu gostava de Rebeldes, sonhava em ter a voz bonita como a da Roberta e namorar um cara lindo como o Diego.

Já aos doze, eu não pensava sobre profissões. Talvez, naquela época, eu apenas vivia sem essa preocupação severa. Restart dominava o meu coração e NX Zero tocava a mil na malhação, minha novela favorita. Eu não tinha certeza do que eu queria, mas eu sabia do que eu gostava de fazer para aproveitar a vida, e quem sabe essa tenha sido uma das melhores épocas da minha vida.

Aos catorze, a dúvida bate na porta novamente: o que você quer ser? “Eu não sei, e você?” Na minha cabeça, o que sempre ecoou foi ‘eu quero ser gente’, mas só isso eu não posso ser. Pressão, pressão e mais pressão. Por que a pressão de definir tudo tão cedo? Por que devemos ganhar tanto dinheiro? Por que devemos ser conhecidos? Por que não podemos apenas viver?

Ensino Médio. Estudos, estudos e estudos. Testes vocacionais, livros sugeridos por tal faculdade e muito simulado. Mas, espera, o que eu quero ser? Arquiteta, psicóloga, designer, historiadora, jornalista ou publicitária? Eu nunca soube responder a temida pergunta, eu nunca soube o que eu realmente quero ser.

Das telas de Van Gogh aos livros de história, o meu desejo não era e nunca foi descobrir o que eu queria ser, e sim quem eu queria ser. Descobrir isso, claro, é desafiador e, segundo alguns, não existe possibilidade, já que estamos em constante transformação. Mas, sabe, é justamente isso que me encanta em me descobrir: eu gosto de estar em transformação a cada segundo, de sentir o sangue correr por minhas veias e saber que eu estou, com certeza, mudando. Hoje eu posso amar cinema, cursar fotografia e estar lendo um livro sobre a segunda guerra mundial. Amanhã posso cursar filosofia, amar animes e estar lendo um livro sobre cozinha italiana.

Nós não precisamos definir o que queremos cursar, no que queremos trabalhar e como vamos seguir a vida já quando crianças, muito menos quando pré adolescente e se não estivermos nos sentindo bem, nem quando jovens. Tá tudo bem seguir em frente assim. Se descubra, se conheça e se transforme quantas vezes for necessário. Hoje, eu só tenho a certeza de que eu não tenho certeza de quem eu sou – e tá tudo bem nisso. A essência da vida é a gente ser gente.

Vale a pena assistir: A gente nasceu pra ser gente

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Liz Chollet

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02/12/2016

A importância dos megapixels vai além da boa qualidade

importância dos megapixels

Definir a real importância dos megapixels é extremamente importante, já que esta é uma das poucas características na qual as pessoas prestam atenção em uma câmera ou aparelho celular e pensam que “quanto mais, melhor”, mas, será que isso é realmente verdade? 

Os megapixels se tornaram um mistério pois viraram a característica que define se as pessoas compram ou não tal aparelho, e isso aconteceu porque é muito mais fácil um vendedor comparar duas câmeras utilizando o número de megapixels que duas câmeras tem e, assim, utilizar a que tem mais como se fosse, de fato, a melhor em quesito de qualidade. Além disso, geralmente a câmera com maior número de megapixels é mais cara, e na nossa lógica do capitalismo, o que é mais caro, é melhor.

Tudo isso gerou esse grande mistério: muita gente não faz ideia do que eles são, mas foram construídos socialmente como os definidores para a compra de uma câmera. Eu tenho certeza que você já comprou um celular e analisou bem o número de megapixels da câmera dele ou já pensou em comprar o modelo competidor, aquele que tem a câmera com um número mais elevado. A lógica misteriosa dos megapixels é real.

Porém, ela não é apenas misteriosa – existe uma resposta, e não é exatamente o que imaginamos. O que forma megapixels são pixels, e um pixel é um pontinho de informação em uma fotografia. As fotos digitais são feitas de milhões de pequenos pontos. Isso significa que uma imagem de 10 MP contém aproximadamente 10 milhões de pixels, enquanto uma imagem de 18 MP contém 18 milhões de pixels. Mas…mais megapixels significa melhores fotos … certo?

É normal supor que uma câmera com um número maior de megapixels faça fotos com maior “qualidade”, afinal, uma câmera está capturando 18 milhões de pixels e a outra 12. A de 18 deve ficar melhor, certo? Não exatamente! A importância dos megapixels vai muito além de qualidade.

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Liz Chollet

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22/11/2016

Um breve resumo da história da fotografia

Estamos fotografando o tempo todo e a cada vez mais, mas, você sabe como a fotografia surgiu? A sua história, o seu desenvolvimento e todo o caminho que passou para chegar até o patamar que se encontra hoje é muito interessante! Nesse post trago um breve resumo da história da fotografia para facilitar tudo para você.

resumo da historia da fotografia

Para facilitar: um breve resumo da história da fotografia

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Liz Chollet

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